Bauducco leva magia do Natal às famílias ribeirinhas da Amazônia

A Bauducco acredita que o Natal é uma época de confraternização e união das famílias. Por isso, por meio do projeto “Fitzcarraldo – Cinema na Amazônia”, encontrou mais uma oportunidade de reforçar a missão da marca: criar momentos de felicidade na vida das famílias e celebrar o espírito de Natal.

“A Bauducco está presente há 66 anos nos natais brasileiros criando momentos de felicidade no lar de todos os brasileiros. A união com o projeto Fitzcarraldo – Cinema na Amazônia vem para potencializar a magia que existe e proporcionar os melhores sentimentos em todas famílias”, afirma o diretor de Marketing, André Britto.

O propósito do projeto Bauducco na Amazônia nasce da convicção que a cultura e entretenimento deve ser acessível a todos. A janela de conhecimento que se abre em uma tela de cinema tem a capacidade de expandir o imaginário humano e ampliar o repertório sociocultural e, esse movimento, na sua expressão mais ampla é capaz de promover inclusão social.

Foto: divulgação

Em 2017, além da cultura, a participação da Bauducco permitiu que algumas demandas pontuais de cada comunidade pudessem ser atendidas, como as doações relativas às necessidades das comunidades. Para esse ano, o projeto – que alcançou 18 comunidades, beneficiando mais de 2.690 famílias – teve o desafio de entender algumas questões sociais locais para que fosse possível levantar caminhos que contribuíssem com a geração de renda e melhoria de qualidade para as comunidades.

O desejo de Bauducco era ampliar o legado construído, em 2017, e fomentar uma iniciativa permanente e duradoura. Neste aspecto, o parceiro escolhido foi o Instituto Peabiru - instituição que atua na Amazônia com missão de valorizar a diversidade cultural e ambiental e apoiar processos de transformação social na região. Por meio desta parceria, a marca pode apoiar o Néctar da Amazônia - Mel da Conservação da Sociobiodiversidade -, projeto que é realizado pelo instituto e que visa estimular melhorias na produção de mel de abelhas sem ferrão, nativas e endêmicas da Amazônia, feito por comunidades locais. O apoio foi uma forma encontrada para incrementar a renda das famílias e com o selo de licenciamento, conquistado este ano, será possível que o mel seja vendido no mercado formal.

Com a abundância das palmeiras de Buriti na região, o artesão Ivan Leal deu aulas de manuseio do talo de miriti para a confecção de objetos como barcos e miniaturas de animais - sem causar impacto ao meio ambiente. O sentimento de partilha se ampliou, e a realização da oficina de artesanato com a comunidade traduziu a importância da construção coletiva de cada pedacinho do Natal.

Confira o resultado aqui

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